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Piúma,
segunda-feira, 02 de agosto de 2021
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Samarco inicia novas negociações com atingidos pelo desastre de Mariana Novo acordo é mediado pelo Conselho Nacional de Justiça; desastre completa seis anos em novembro Um novo acordo envolvendo o maior desastre ambiental do Brasil está na mesa de quase 20 partes neste momento. Em novembro, o rompimento da barragem de Mariana, de propriedade das mineradoras Samarco, Vale e BHP, completa seis anos. O CNJ, as empresas, o Ministério Público, Defensorias e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo estabeleceram um prazo de 120 dias para resolver as questões que ainda seguem sem solução. Vale e BHP só aceitaram se sentar à mesa após a suspensão de três processos contra as empresas: uma ação civil pública do MPF, que pede R$ 155 bilhões em indenizações, um pedido de extinção da Fundação Renova, criada para reparar o desastre, e um processo contra a Renova por publicidade indevida. Não houve contrapartidas. Com a suspensão, foi lançada no dia 23 de julho uma carta de premissas para iniciar as negociações. O documento inclui na negociação a análise das indenizações para vítimas do desastre calculadas por meio de um sistema lançado no ano passado e que se espalhou pelas cidades da bacia do Rio Doce, o "Sistema Indenizatório Simplificado". Segundo o MPF, o sistema é ruim porque os valores das indenizações são "aleatórios", ou seja, definidos por um juiz, sem uma análise técnica. Além disso, para aderir a ele, as vítimas precisam abrir mão dos seus direitos, renunciando a eventuais ações contra as empresas no Brasil e no exterior. No dia 27 de julho, um tribunal da Inglaterra aceitou reabrir o processo movido no país contra a BHP por Mariana, no valor de R$ 35 bilhões, representando mais de 200 mil pessoas e instituições no Brasil.   O MPF entrou com vários recursos contra esse sistema de indenizações desde que ele surgiu. Para o órgão, trata-se de um modelo de indenização ilegítimo, que lesa a maioria dos atingidos, com pedidos formados por comissões que surgiram da noite para o dia, inclusive com assinaturas falsificadas, e que não podem impor à maioria as suas decisões - em reuniões fechadas com o juiz. Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2021/07/28/mariana- vale-bhp-samarco-justica-novo-acordo.htm?
Samarco inicia novas negociações com atingidos pelo desastre de Mariana Novo acordo é mediado pelo Conselho Nacional de Justiça; desastre completa seis anos em novembro Um novo acordo envolvendo o maior desastre ambiental do Brasil está na mesa de quase 20 partes neste momento. Em novembro, o rompimento da barragem de Mariana, de propriedade das mineradoras Samarco, Vale e BHP, completa seis anos. O CNJ, as empresas, o Ministério Público, Defensorias e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo estabeleceram um prazo de 120 dias para resolver as questões que ainda seguem sem solução. Vale e BHP só aceitaram se sentar à mesa após a suspensão de três processos contra as empresas: uma ação civil pública do MPF, que pede R$ 155 bilhões em indenizações, um pedido de extinção da Fundação Renova, criada para reparar o desastre, e um processo contra a Renova por publicidade indevida. Não houve contrapartidas. Com a suspensão, foi lançada no dia 23 de julho uma carta de premissas para iniciar as negociações. O documento inclui na negociação a análise das indenizações para vítimas do desastre calculadas por meio de um sistema lançado no ano passado e que se espalhou pelas cidades da bacia do Rio Doce, o "Sistema Indenizatório Simplificado". Segundo o MPF, o sistema é ruim porque os valores das indenizações são "aleatórios", ou seja, definidos por um juiz, sem uma análise técnica. Além disso, para aderir a ele, as vítimas precisam abrir mão dos seus direitos, renunciando a eventuais ações contra as empresas no Brasil e no exterior. No dia 27 de julho, um tribunal da Inglaterra aceitou reabrir o processo movido no país contra a BHP por Mariana, no valor de R$ 35 bilhões, representando mais de 200 mil pessoas e instituições no Brasil.   O MPF entrou com vários recursos contra esse sistema de indenizações desde que ele surgiu. Para o órgão, trata-se de um modelo de indenização ilegítimo, que lesa a maioria dos atingidos, com pedidos formados por comissões que surgiram da noite para o dia, inclusive com assinaturas falsificadas, e que não podem impor à maioria as suas decisões - em reuniões fechadas com o juiz. Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2021/07/28/mariana- vale-bhp-samarco-justica-novo-acordo.htm?
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